quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

ISO-2000


O primeiro indício com que julgo o caráter de alguém é sua capacidade de se ofender: aqueles que nunca se ofendem são as pessoas da melhor qualidade.

.

.

.

.

Espero um dia ser uma delas.

7 comentários:

  1. verdade
    é o velho "quem não deve não teme"

    ResponderExcluir
  2. Não estou certo disso... o não se ofender pode ser resultado de uma indiferença cínica com que nos vestimos para nos protegermos dos antígenos, por sabermos fracos nossos anticorpos. Deixamos a ofensa do lado de fora da porta.

    De outro modo, o se permitir ofender- no sentido de se permitir afetar- pode indicar uma abertura para um processo dialético&antropofágico de digestão, gestando o devir!

    digerir a ofensa até acordarmos, aflitos, na madrugada- em busca de papel, caneta e um novo dia.

    ResponderExcluir
  3. claro, Tiago!

    quando digo não se ofender, quero dizer amar a nós: nossos erros, e, sobretudo: os erros dos outros tbém!

    ;)

    ResponderExcluir
  4. sim: amar, aceitar e fazer um lindo filme com nossos erros: como fellini :)

    ResponderExcluir
  5. !!!

    é exatamente isso.

    na verdade, é exatamente isso que eu ia dizer, citando fellini inclusive. mas o imperativo da síntese me proibiu.

    como pode?
    signorino Tiago anda muito enigmagnético!
    =P

    ResponderExcluir
  6. Sim, nos entendemos: é mesmo curioso: também não canso de exclamar. :)

    Quanto a esse imperativo, acho perverso: alguém que escreve tão bem não deveria guardar para si todos esses ornamentos e deliciosos rococós. Deveria escrever, escrever e escrever infinitamente! para colorir o mundo! para os que virão!

    (desculpe a incorporação dos dois pontinhos: são irresistíveis! hahaha) =D

    ResponderExcluir
  7. Inserezundroleusername15 de abril de 2012 às 23:56

    Leia hoje, na ilustríssima, 'O Desertor'.

    ResponderExcluir