Não estou certo disso... o não se ofender pode ser resultado de uma indiferença cínica com que nos vestimos para nos protegermos dos antígenos, por sabermos fracos nossos anticorpos. Deixamos a ofensa do lado de fora da porta.
De outro modo, o se permitir ofender- no sentido de se permitir afetar- pode indicar uma abertura para um processo dialético&antropofágico de digestão, gestando o devir!
digerir a ofensa até acordarmos, aflitos, na madrugada- em busca de papel, caneta e um novo dia.
Sim, nos entendemos: é mesmo curioso: também não canso de exclamar. :)
Quanto a esse imperativo, acho perverso: alguém que escreve tão bem não deveria guardar para si todos esses ornamentos e deliciosos rococós. Deveria escrever, escrever e escrever infinitamente! para colorir o mundo! para os que virão!
(desculpe a incorporação dos dois pontinhos: são irresistíveis! hahaha) =D
verdade
ResponderExcluiré o velho "quem não deve não teme"
Não estou certo disso... o não se ofender pode ser resultado de uma indiferença cínica com que nos vestimos para nos protegermos dos antígenos, por sabermos fracos nossos anticorpos. Deixamos a ofensa do lado de fora da porta.
ResponderExcluirDe outro modo, o se permitir ofender- no sentido de se permitir afetar- pode indicar uma abertura para um processo dialético&antropofágico de digestão, gestando o devir!
digerir a ofensa até acordarmos, aflitos, na madrugada- em busca de papel, caneta e um novo dia.
claro, Tiago!
ResponderExcluirquando digo não se ofender, quero dizer amar a nós: nossos erros, e, sobretudo: os erros dos outros tbém!
;)
sim: amar, aceitar e fazer um lindo filme com nossos erros: como fellini :)
ResponderExcluir!!!
ResponderExcluiré exatamente isso.
na verdade, é exatamente isso que eu ia dizer, citando fellini inclusive. mas o imperativo da síntese me proibiu.
como pode?
signorino Tiago anda muito enigmagnético!
=P
Sim, nos entendemos: é mesmo curioso: também não canso de exclamar. :)
ResponderExcluirQuanto a esse imperativo, acho perverso: alguém que escreve tão bem não deveria guardar para si todos esses ornamentos e deliciosos rococós. Deveria escrever, escrever e escrever infinitamente! para colorir o mundo! para os que virão!
(desculpe a incorporação dos dois pontinhos: são irresistíveis! hahaha) =D
Leia hoje, na ilustríssima, 'O Desertor'.
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